Aluno representa Brasil em campeonato internacional de Hipismo

Felipe Martinez Menezes, da 1.a série, foi representar o Brasil no Campeonato Internacional Clássico da FEI (Federação Equestre Internacional), na categoria entre 12 e 14 anos. A competição aconteceu na Bélgica.

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Todo ano, são selecionados para o evento 16 jovens do mundo inteiro e 16 jovens do país sede. A convocação se dá por meio de análise de resultados e do vídeo do percurso, que é o mesmo para todos. “Nesse campeonato, o que mais vale é a experiência”, afirmou o estudante. “ Você conhece muitas pessoas e tem vivências que nunca teria fora do esporte”, completou.

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Cavaleiro desde os 6 anos de idade, Felipe conta que deseja seguir o hipismo como profissão. “ Como em todos os esportes, para tentar ser profissional você tem que se encaixar em uma categoria oficial. Hoje eu estou dentro da pré-junior, ou seja, se eu continuar nesse ritmo eu consigo chegar na categoria que vai para as Olimpíadas e outros campeonatos importantes”, declarou.

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O aluno também destacou a importância do hipismo para desenvolver habilidades significativas para a vida. “ Todo mundo fala que é um esporte ingrato. Eu aprendi muito a lidar com derrota. E acho também que exige muito respeito com o animal e consciência de que nem tudo depende só de você”, finalizou.

Rosas, ícones e batom vermelho marcam Dia das Mulheres

O Dia Internacional da Mulher é, historicamente, uma data para relembrar e estimular a luta das mulheres em relação à igualdade de direitos nos estudos, no trabalho, na vida política e na sociedade em geral. Este ano, no Bandeirantes, o 8 de março foi memorado com cartazes de mulheres inspiradoras, mural de post its sobre “ser mulher” e venda de rosas.

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Logo cedo, o Grêmio XXV de Agosto se encarregou de fazer uma homenagem às mulheres por todo o Colégio, espalhando pôsteres de personagens femininas importantes da história. Além disso, eles colocaram um mural de vidro em que as meninas poderiam colar post its com frases sobre o que é ser mulher.

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No intervalo da manhã, alunas de todo o Ensino Médio também se reuniram em frente ao Colégio para passar batom vermelho e cantar hinos feministas. As estudantes ressaltaram a importância do sentimento de acolhimento entre elas.

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“Fiquei muito orgulhosa de ver todas juntas e lutando pelos mesmos ideais. Eu conheci muitas meninas, e com essas novas amizades eu me senti muito forte”, destacou Beatriz Fogarin, da 2.a série.

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Ainda durante o dia todo, as mais de 100 funcionárias do Colégio foram surpreendidas com rosas compradas por alunas para homenageá-las. As vendas ficaram por parte do Grêmio, que disponibilizou cerca de 2.000 flores nos intervalos da manhã e da tarde para estudantes que desejassem presentear mulheres pela ocasião.

Alunos criam curso para discutir política, economia e cultura

Com o intuito de aprofundar o conhecimento em temas de economia, cultura e política, os alunos Ana Carolina Haddad, Ana Clara Parga Nina, Aline Saruhashi, David Silva Wasserman, Diego Zancaneli e Victor Daoud, da 2.a série, criaram o Ágora. A proposta do curso é que os estudantes do Ensino Médio entrem em contato com questões do cotidiano como cálculo de impostos e funções de cada cargo político.

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“O curso serve para a gente formar opinião sobre diversos assuntos e poder ter pensamento crítico diante do mundo”, ressaltou Victor. “A gente vai tirar o título de eleitor em breve, então essas questões são importantes para a gente saber votar consciente também”, completou David.

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O projeto funciona dividido em módulos, com aulas quinzenais. “Desse modo, o aluno pode se inscrever no módulo que interessa para ele e não precisa fazer o curso inteiro”, comentou Diego. O primeiro módulo, de economia, se iniciou na semana passada (fim de fevereiro) e contou com a presença de um analista do Banco Central para falar sobre educação financeira. Os próximos módulos serão de cultura e política, respectivamente.

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A metodologia adotada por eles foi o Problem Based Learning (PBL), ou seja, cada encontro é dividido em duas partes: na primeira, um convidado apresenta um determinado assunto e propõe um problema e na segunda, os estudantes, reunidos em grupos de cinco, têm que trabalhar em uma solução para ele. Quem os auxilia nesse processo são alunos também que se candidataram a monitores do projeto.

Para viabilizar o curso eles contaram com a ajuda do coordenador de Química, Ricardo Almeida, e do professor Franco Ramunno. “ Eles nos ajudaram com todas as conexões com palestrantes e nos colocaram em contato com a nossa maior colaboradora Mayra Lora, professora da GV”, relatou Daoud. “ Inicialmente, a nossa ideia era totalmente diferente em relação a como seriam as aulas e o Almeida apresentou para a gente o método PBL e a gente gostou bastante e decidiu adotar”, completou Diego.

Segundo os organizadores, o retorno do projeto já se mostrou positivo: foram 70 inscritos para as 25 vagas disponíveis. A expectativa é que ao decorrer do projeto o impacto seja ainda maior e o curso possa ser expandido para outros colégios no futuro.