O sonho de estudar no exterior

A aluna da 2.a série do Ensino Médio, Laís Gonzales da Silva, conquistou uma bolsa integral para realizar um curso de verão sobre business entertainment na Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

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Laís é aluna no Colégio por meio de uma bolsa do programa Ismart (Instituto Social para Motivar e Reconhecer Talentos) e, apesar da bolsa conquistada para realizar o curso, ela precisa de dinheiro para arcar com todos os outros custos que envolvem uma viagem para o exterior. Assim, inspirada por outros alunos bolsistas, ela decidiu realizar uma arrecadação online para obter o dinheiro necessário.

“Meu sonho é estudar no exterior” disse Laís que, até agora, já conseguiu 60% do valor desejado. “Acredito na minha força de vontade e no fato de que todo meu esforço vale a pena” concluiu ela.

A história de Laís foi tema para matéria do G1.

Confira na íntegra clicando aqui.

Coletivo Tuíra organizou intervenções

Quase 130 trabalhadoras morreram em um incêndio reivindicando direitos trabalhistas em março de 1911. A origem desse dia, no entanto, é reflexo de marços passados. Os anos de 1857, 1908 e 1909 contaram com notáveis manifestações pelos direitos das mulheres. Frente a isso, o Coletivo Tuíra, formado por alunas do Band, organizou intervenções no dia 8 de março.

Antes de começarem as aulas, integrantes do coletivo espalharam fotos de funcionárias do Colégio respondendo a pergunta “O que é ser mulher para você? ”, como forma de dar visibilidade a todas da comunidade Bandeirantes.

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Alunas do Ensino Médio se reuniram em frente ao Band carregando cartazes com dizeres empoderadores do projeto Flores nas Ruas, passaram batom vermelho, cantaram hinos feministas e disseram pequenos textos sobre o real significado do Dia Internacional da Mulher.

A professora de Português e colaboradora do coletivo, Cátia Pereira, acredita que “Toda forma de luta feminista é válida: visibilidade às mais diferentes mulheres, cantos de união e motivação, frases de incentivo à causa, troca de cartas, encontro para partilha de experiências e reflexão sobre a condição e as conquistas das mulheres. Tudo isso as alunas do Coletivo Tuíra organizaram para o Dia das Mulheres, apenas o começo, sabemos, de um longo e diário caminho de construção de respeito à mulher e desconstrução de paradigmas, conscientemente ou não, depreciativos. Mas seguimos fortes. E juntas. ”.

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No período da tarde, o coletivo reiniciou suas atividades com uma reunião para debater mais profundamente a respeito do Dia Internacional da Mulher, discutir diretrizes para esse ano e dar as boas vindas às novas integrantes do grupo.

“Foi maravilhoso e gratificante para mim participar das atividades planejadas pelo coletivo para o Dia da Mulher. Dia 8 é uma data que deve ser dedicada à luta das mulheres e à abordagem de nossas pautas. Foi pensando no significado dessa data tão importante que planejamos atividades durante o dia inteiro e que alcançassem diferentes mulheres do Colégio. Nós visávamos dar visibilidade para mulheres que encontramos diariamente e conhecê-las um pouco melhor, o que, infelizmente, na correria do dia-a-dia muitas de nós ainda não tínhamos tido a oportunidade. Foi trabalhoso planejar as reuniões e fazer a intervenção, porém, assim que vi todas as alunas que se juntaram a nós e comentaram que se sentiram acolhidas e gostaram do nosso espaço, tudo se tornou extremamente gratificante e me motivou a continuar frequentando as reuniões e pensando em novos projetos.”, explicou a integrante Stéphanie Ribeiro.

Por fim, a aluna e integrante do coletivo, Letícia Zuffo, convidou todas as interessadas a participarem do coletivo. “O Coletivo Tuíra está de braços abertos para todas! O nosso intuito é justamente recebê-las para as reuniões, possibilitando trocas de ideias e experiências. Mesmo sem nem saber o que significa feminismo, não tem problema! Pretendemos fazer um espaço para que as meninas se sintam mais confortáveis e consigam ver o feminismo de uma forma diferente, por meio de palestras e conversas para aprendermos cada vez mais sobre esse assunto. ”.

Aluno representa Brasil em campeonato internacional de Hipismo

Felipe Martinez Menezes, da 1.a série, foi representar o Brasil no Campeonato Internacional Clássico da FEI (Federação Equestre Internacional), na categoria entre 12 e 14 anos. A competição aconteceu na Bélgica.

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Todo ano, são selecionados para o evento 16 jovens do mundo inteiro e 16 jovens do país sede. A convocação se dá por meio de análise de resultados e do vídeo do percurso, que é o mesmo para todos. “Nesse campeonato, o que mais vale é a experiência”, afirmou o estudante. “ Você conhece muitas pessoas e tem vivências que nunca teria fora do esporte”, completou.

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Cavaleiro desde os 6 anos de idade, Felipe conta que deseja seguir o hipismo como profissão. “ Como em todos os esportes, para tentar ser profissional você tem que se encaixar em uma categoria oficial. Hoje eu estou dentro da pré-junior, ou seja, se eu continuar nesse ritmo eu consigo chegar na categoria que vai para as Olimpíadas e outros campeonatos importantes”, declarou.

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O aluno também destacou a importância do hipismo para desenvolver habilidades significativas para a vida. “ Todo mundo fala que é um esporte ingrato. Eu aprendi muito a lidar com derrota. E acho também que exige muito respeito com o animal e consciência de que nem tudo depende só de você”, finalizou.