Homenagem às mães

Em comemoração ao Dia das Mães, o Grêmio XXV de Agosto e o projeto BandVoluntário, coordenado pelas professoras Sandra Braid e Patrícia Goloni, fizeram uma ação de socialização para as mães da ONG Vidas e funcionárias do Colégio.

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Todas foram convidadas a passar a manhã do sábado (7) no Band junto com os filhos, realizando atividades pensadas especialmente para a ocasião.

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Intitulado de “Eu Me Amo, Mãe”, o evento contou com estação de automaquiagem, cabine de fotos, dinâmica de compartilhamento de histórias pessoais e ainda uma gincana com direito a brindes arrecadados pelo Grêmio, com ajuda dos estudantes.

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Além disso, para os filhos de funcionárias do Band foram realizadas atividades junto com as crianças que fazem parte da ONG Vidas, garantindo diversão para todos os presentes.

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“Foi importante para ter um espaço de interação com as funcionárias fora do horário tradicional de aula e se conectar com as mães da ONG da Patrícia”, declarou Bárbara Marques, representante do Grêmio. “Os alunos que se voluntariaram também vieram falar comigo que foi muito bom para eles, que fez o dia deles melhor, então foi muito positivo”, completou.

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“A participação dos alunos, que nos doaram inúmeros produtos de beleza, foi emocionante”, afirmou Patrícia. “Tomara que este seja o primeiro evento de muitos. Pretendemos fazer outras ações de socialização com nossos funcionários, mães da ONG, alunos e pais”, finalizou.

Confira a galeria de imagens clicando aqui.

Aluna aproveita bolsa de estudos na Califórnia

Isabelle Christina, do 9.o ano, realizou um intercâmbio para a Universidade de Soka, na Califórnia. A aluna faz parte da Fundação Ismart (que seleciona alunos de baixa renda e alto desempenho para estudar em escolas de ponta, como o Band) e ganhou uma bolsa por meio da escola pública em que estuda.

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A estudante passou cinco dias na universidade, juntamente com outros nove brasileiros e vinte estudantes do Japão selecionados para integrar o programa. Lá, eles tiveram a oportunidade de vivenciar o campus, interagir com os alunos de Soka e ter aulas de inglês.

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“O que eu mais gostei foi a aproximação do reitor com os alunos, ele sempre sentava para conversar com a gente e saber como a gente estava. O acolhimento dos estudantes da própria universidade também me marcou muito”, declarou Isabelle. “A convivência foi o ponto mais forte. Imagine um lugar onde pessoas do mundo todo estão reunidas, é muito incrível”, completou.

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Além disso, durante a viagem, a estudante pode reservar um tempo para diversão e visitar pontos turísticos de Los Angeles. A convite da faculdade, os intercambistas passaram um dia no parque da Disney. Já no dia da despedida, eles ainda puderam passear por Hollywood, Beverly Hills e conhecer o campus da UCLA (University of Los Angeles).

Sobre a importância de ter realizado o intercâmbio, Isabelle ressalta a possibilidade de enxergar a chance de estudar fora como mais próxima. “A experiência abriu muito a minha cabeça, eu percebi que às vezes algo que parece muito longe está mais perto do que imaginamos. Eu sempre quis estudar fora e agora é batalhar para isso”, finalizou a aluna.

Liga BBB abre inscrições para 2.a edição

liga BBBInscrições para o projeto Liga BBB, curso de empreendedorismo em parceria com o Insper,  já estão abertas para os alunos do Ensino Médio e devem ser feitas clicando aqui até segunda feira (18). O processo seletivo acontecerá no Insper na terça feira (19).

A iniciativa foi criada pelos alunos formados em 2014, Victor Mesnik e Rodrigo Xavier, com o objetivo de incentivar os estudantes a colocar ideias em prática. Os alunos selecionados participarão de 3 encontros no Band e uma cerimônia de encerramento e apresentação de trabalhos no Insper.

Para mais informações, acesse o aviso fixo sobre o Liga BBB no Moodle.

Aluno representa Brasil em campeonato internacional de Hipismo

Felipe Martinez Menezes, da 1.a série, foi representar o Brasil no Campeonato Internacional Clássico da FEI (Federação Equestre Internacional), na categoria entre 12 e 14 anos. A competição aconteceu na Bélgica.

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Todo ano, são selecionados para o evento 16 jovens do mundo inteiro e 16 jovens do país sede. A convocação se dá por meio de análise de resultados e do vídeo do percurso, que é o mesmo para todos. “Nesse campeonato, o que mais vale é a experiência”, afirmou o estudante. “ Você conhece muitas pessoas e tem vivências que nunca teria fora do esporte”, completou.

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Cavaleiro desde os 6 anos de idade, Felipe conta que deseja seguir o hipismo como profissão. “ Como em todos os esportes, para tentar ser profissional você tem que se encaixar em uma categoria oficial. Hoje eu estou dentro da pré-junior, ou seja, se eu continuar nesse ritmo eu consigo chegar na categoria que vai para as Olimpíadas e outros campeonatos importantes”, declarou.

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O aluno também destacou a importância do hipismo para desenvolver habilidades significativas para a vida. “ Todo mundo fala que é um esporte ingrato. Eu aprendi muito a lidar com derrota. E acho também que exige muito respeito com o animal e consciência de que nem tudo depende só de você”, finalizou.

Rosas, ícones e batom vermelho marcam Dia das Mulheres

O Dia Internacional da Mulher é, historicamente, uma data para relembrar e estimular a luta das mulheres em relação à igualdade de direitos nos estudos, no trabalho, na vida política e na sociedade em geral. Este ano, no Bandeirantes, o 8 de março foi memorado com cartazes de mulheres inspiradoras, mural de post its sobre “ser mulher” e venda de rosas.

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Logo cedo, o Grêmio XXV de Agosto se encarregou de fazer uma homenagem às mulheres por todo o Colégio, espalhando pôsteres de personagens femininas importantes da história. Além disso, eles colocaram um mural de vidro em que as meninas poderiam colar post its com frases sobre o que é ser mulher.

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No intervalo da manhã, alunas de todo o Ensino Médio também se reuniram em frente ao Colégio para passar batom vermelho e cantar hinos feministas. As estudantes ressaltaram a importância do sentimento de acolhimento entre elas.

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“Fiquei muito orgulhosa de ver todas juntas e lutando pelos mesmos ideais. Eu conheci muitas meninas, e com essas novas amizades eu me senti muito forte”, destacou Beatriz Fogarin, da 2.a série.

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Ainda durante o dia todo, as mais de 100 funcionárias do Colégio foram surpreendidas com rosas compradas por alunas para homenageá-las. As vendas ficaram por parte do Grêmio, que disponibilizou cerca de 2.000 flores nos intervalos da manhã e da tarde para estudantes que desejassem presentear mulheres pela ocasião.

Alunos criam curso para discutir política, economia e cultura

Com o intuito de aprofundar o conhecimento em temas de economia, cultura e política, os alunos Ana Carolina Haddad, Ana Clara Parga Nina, Aline Saruhashi, David Silva Wasserman, Diego Zancaneli e Victor Daoud, da 2.a série, criaram o Ágora. A proposta do curso é que os estudantes do Ensino Médio entrem em contato com questões do cotidiano como cálculo de impostos e funções de cada cargo político.

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“O curso serve para a gente formar opinião sobre diversos assuntos e poder ter pensamento crítico diante do mundo”, ressaltou Victor. “A gente vai tirar o título de eleitor em breve, então essas questões são importantes para a gente saber votar consciente também”, completou David.

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O projeto funciona dividido em módulos, com aulas quinzenais. “Desse modo, o aluno pode se inscrever no módulo que interessa para ele e não precisa fazer o curso inteiro”, comentou Diego. O primeiro módulo, de economia, se iniciou na semana passada (fim de fevereiro) e contou com a presença de um analista do Banco Central para falar sobre educação financeira. Os próximos módulos serão de cultura e política, respectivamente.

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A metodologia adotada por eles foi o Problem Based Learning (PBL), ou seja, cada encontro é dividido em duas partes: na primeira, um convidado apresenta um determinado assunto e propõe um problema e na segunda, os estudantes, reunidos em grupos de cinco, têm que trabalhar em uma solução para ele. Quem os auxilia nesse processo são alunos também que se candidataram a monitores do projeto.

Para viabilizar o curso eles contaram com a ajuda do coordenador de Química, Ricardo Almeida, e do professor Franco Ramunno. “ Eles nos ajudaram com todas as conexões com palestrantes e nos colocaram em contato com a nossa maior colaboradora Mayra Lora, professora da GV”, relatou Daoud. “ Inicialmente, a nossa ideia era totalmente diferente em relação a como seriam as aulas e o Almeida apresentou para a gente o método PBL e a gente gostou bastante e decidiu adotar”, completou Diego.

Segundo os organizadores, o retorno do projeto já se mostrou positivo: foram 70 inscritos para as 25 vagas disponíveis. A expectativa é que ao decorrer do projeto o impacto seja ainda maior e o curso possa ser expandido para outros colégios no futuro.

Alunos participam do MIT e Insper Teaching Lab

Durante as férias de janeiro, os alunos Daniel Deutsch, Luiz Eduardo Filho, Maurício Leiman e Tommy Miura, da 3.a série, participaram do MIT e Insper Teaching Lab. O projeto teve como foco a realização de workshops sobre temas como Engenharia e Design para alunos do Ensino Médio de diferentes escolas de São Paulo.

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Esta foi a primeira edição do programa Global Teaching Lab, criado pelo departamento de International Science and Technology Iniciativas (MISTI) do MIT, responsável por conectar estudantes e faculdades do mundo todo. O grande objetivo do projeto é promover interação entre diferentes pessoas, gerar a troca de conhecimento e formar laços. Para isso, alunas do MIT vieram até o Brasil para treinar os estudantes do Insper a serem mentores durante as oficinas e acompanhar o evento como um todo.

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Foram dois dias de imersão para chegar no protótipo de um carrinho como resultado. O primeiro workshop foi focado em marcenaria e construção da estrutura do carrinho. Já no segundo, os estudantes aprenderam sobre programação para implantar luzes e simular uma seta ou farol, por exemplo. Ao final, os alunos realizaram uma pequena corrida com os protótipos para vê-los funcionando na prática.

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Para os alunos, o evento foi uma oportunidade para adquirir habilidades diversas, desde trabalhar em grupo até lidar com tentativas de fracasso. “ Foi realmente bom para entender como se faz um projeto e aprender com os erros”, contou Tommy. “A ideia de construir algo do zero que você nunca viu na vida, a partir de materiais do cotidiano foi muito interessante. Eu gostei muito”, completou Daniel. “Eu acho que uma atividade assim, que foge do padrão que a gente está acostumado na escola, é sempre positiva para a formação do aluno”, finalizou Luiz Eduardo.

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Segundo Carolina Costa, formada pelo Band em 1991 e atual Diretora Acadêmica de Graduação do Insper, o programa foi bem-sucedido e a ideia é expandir o projeto no futuro para os cursos de economia e administração.

Para saber mais sobre a oficina, confira a reportagem sobre o evento no site do Insper aqui.

Alunos fazem arrecadação para orfanato na Índia

Cerca de 90 alunos do Ensino Médio criaram o projeto “A Brick for India” para arrecadar dinheiro para a construção de um orfanato indiano. A ideia surgiu a partir do estudante Patrick Sewell, da 3.a série, que mantinha contato com uma ONG no local. Em julho desse ano, o estudante fez intercâmbio voluntário no país e queria continuar ajudando as crianças de lá, mesmo estando no Brasil. 001

Movidos pela pergunta “Quem quer muito ajudar crianças na Índia?”, postada por Patrick em um grupo das 3.as séries no facebook, os estudantes se reuniram e marcaram encontros no Band para definir como conseguiriam os recursos para enviar à ONG. Rifas, aulas particulares, divulgação em sala e workshops estiveram entre os meios encontrados pelos alunos para, enfim, arrecadar todo o dinheiro necessário para o fim da construção do orfanato. 002

No Ensino Fundamental, o projeto teve apoio das alunas Elizabeth Kim, Vitória Ortiz, Julia Baik e Anna Wakamatsu, do 7.o ano, que souberam da ação através da professora Carolina Oreb, de Ciências. Elas foram responsáveis por divulgar o “A Brick for India” na Feira de Ciências, já que a pesquisa delas envolvia a construção de equipamentos escolares através de materiais recicláveis e de baixo custo, e também passar nas salas do Fundamental para falar da arrecadação.

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“Mesmo já sendo no final do ano e com provas, todo muito estava bem animado em ajudar”, contou o aluno. “Eu fiquei muito feliz que a gente conseguiu atingir a nossa meta. Foi muito bom ver todo mundo trabalhando junto por um objetivo comum e que fizesse bem a outras pessoas”, completou.

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Para o futuro, os alunos esperam poder ajudar outras causas com o projeto. Os próximos planos de ação já estão sendo discutidos entre os estudantes, que agora querem se voltar para o Brasil. “ Muita gente percebeu que queria fazer algo para mudar a realidade aqui, não só de outro país. A gente queria fazer algo próximo que talvez desse para visitar e entrar em contato com as pessoas atingidas”, acrescentou Patrick.

Para conferir a página do projeto no Facebook, clique aqui.

Alunos organizam Gibiteca para doações

Um grupo de estudantes do 9.o ano organizou uma Gibiteca para doação de quadrinhos para a ONG Unibes. O projeto foi liderado pela aluna Adriana De Oliveira Hall, que é voluntária na organização desde julho deste ano.

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A ideia foi simples: alguns alunos passaram em sala de aula para pedir por arrecadações e colocaram uma caixa próxima à biblioteca para quem quisesse doar. A ação já arrecadou mais de 300 gibis para as crianças que fazem parte da creche. “ O gibi estimula a leitura, mesmo que a criança não saiba ler fluentemente, porque ela associa os desenhos às palavras”, explicou Adriana. “ Eu fiquei muito feliz com a quantidade de doações, foi muito melhor do que eu esperava”, completou.

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No dia 10 de novembro, alguns dos estudantes envolvidos foram até a sede da ONG para entregar os gibis e brincar com as crianças. “ Elas eram todas muito amáveis e se respeitavam muito e todos foram muito receptivos com a gente”, contou Felipe Beck, que foi ao evento.

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Devido ao sucesso da iniciativa, os alunos decidiram manter a caixa de doações da Gibiteca até o final da semana de provas, para quem ainda quiser contribuir com a causa, e farão uma nova entrega no início das férias. Adriana ainda conta que espera poder fazer outros projetos no futuro envolvendo os alunos do Band e da ONG. “ Eu percebi que tem muita gente querendo ajudar, isso foi só o começo”, finalizou a aluna.

Liga BBB promove empreendedorismo no Ensino Médio

Com o objetivo de promover o empreendedorismo desde o Ensino Médio, os alunos Rodrigo Xavier e Victor Mesnik, formados em 2014 e atuais estudantes do Insper, realizaram a 1.a edição da liga BBB.

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O projeto teve apoio da Gerente de Planejamento Estratégico, Helena de Salles Aguiar e do Coordenador de Química, Ricardo Almeida. Também auxiliaram no processo o professor de Química do Band, Franco Ramunno, da Diretora de Graduação do Insper Carolina da Costa e da Coordenadora de Centro de Empreendedorismo e Inovação (CEMPI), Cynthia Serva.

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A iniciativa foi dividida em 4 etapas. Na primeira, os inscritos participaram do Insper Experience, evento no qual eles assistiram a palestras e realizaram atividades relacionadas ao tema de Empreendedorismo. Neste mesmo dia, aconteceu um processo seletivo no qual 17 alunos foram selecionados para compor a Liga.

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Já na segunda etapa, os integrantes do projeto participaram de um workshop sobre conceitos relevantes para empreender, com o professor do Insper, Marcelo Nakagawa. Foi então divulgado o tema da competição: “como ajudar o jovem a encontrar sua vocação/escolha profissional”.

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Nas seguintes etapas, divididos em 4 grupos, os membros da Liga passaram por diferentes mentorias com profissionais especializados e empreendedores de sucesso. Por fim, cada equipe fez a apresentação de sua ideia para uma banca de jurados, no Insper. O time vencedor dessa primeira edição foi o “Pluripotente”, composto por Bruno Coelho e Gustavo Guimarães, da 1.a série, e Marina Sanches e Victória Nunes, da 2.a série.

A ideia do campeão foi um aplicativo que reúne um perfil de interesse do usuário com base nas suas redes sociais e um teste vocacional para definir as melhores opções de carreira para quem se registra no app. “ O projeto se destacou por que ele tinha um diferencial, que era o software que cruzava as informações do teste e do perfil nas redes, ninguém tinha pensado nisso”, contou Victória.

Já os outros grupos trouxeram ideias como um grupo no facebook reunindo estudantes e profissionais para a discussão de opções de carreira, o “Blurr”, e uma instituição que leva os alunos para assistirem aulas por uma semana em faculdades diferentes e realiza workshops em empresas parceiras, a “Encontrados”.

“Foi importante porque além de aprender o conceito de empreendedorismo, eles tiveram uma experiência real de apresentar um trabalho para o público. Também foi importante para ajudá-los a pensar o que querem fazer no futuro”, comentou Helena, que foi uma das juradas da competição. “Espera-se que, com essa iniciativa, possamos contribuir o processo de formação dos futuros empreendedores e líderes do país”, completou Ricardo Almeida.