Aluno vence desafio de empreendedorismo em Iowa

Entre os dias 18 e 22 de julho, o aluno Pedro Marra (8º Ano), participou de um Summer Camp patrocinado pela Universidade de Iowa sobre empreendedorismo – Jacobson Institute for Youth Entrepreneurship.

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Todos os inscritos participaram de aulas teóricas e práticas. Logo no primeiro dia, os alunos tiveram trinta e cinco minutos para idealizar o projeto que iriam desenvolver durante o curso e apresentar ao final do Summer Camp. “ Por conta do curto tempo foi uma situação inusitada. Não sabia o que fazer. Outros participantes já vinham com ideias por conhecerem o evento. Dessa forma, creio que por desespero, veio-lhe à mente um problema que meu filho mais novo tem de deixar o fone de ouvido todo enrolado e ficar sempre tendo que o desenrolar. ”, comentou Alexandre Marra, pai do aluno.

Com o dispositivo que evitaria que o fio dos fones de ouvido se enrolassem e estragassem em mente, era hora de colocá-lo em prática. No dia seguinte, Pedro e os outros foram a uma loja, onde, para a realização do protótipo, podiam gastar 30 dólares. Com apenas 12 dólares e 50 centavos, o aluno comprou papel espuma para o dispositivo e cartolina para fazer a apresentação.

No dia seguinte à construção dos produtos, o destino foi o “Farmer’s Market’. Neste local, Pedro vendeu 20 peças a 50 centavos cada, obtendo dessa forma, um lucro de 45 centavos por peça.

Em sequência, apenas oito estudantes foram selecionados e fizeram uma apresentação para jurados.

Muitos desafios e etapas foram enfrentadas para que Pedro fosse consagrado o grande campeão do Summer Camp de empreendedorismo. Como prêmio, recebeu cem dólares, valor que o discente decidiu reverter para o Jacobson Institute. Dessa forma, outro estudante terá a chance de participar na próxima edição sem precisar pagar.

“ O que mais achei interessante é que apesar de todo o estresse, senti que ele se divertiu nessa semana pelo desafio que teve. Ele mesmo fez a inscrição por e-mail, perguntou se não havia bolsa de estudo, e a universidade lhe deu 100% de bolsa”, explica Alexandre Marra, pai do estudante.

Ouça os podcasts produzidos pela Oficina de Mídia

As mídias fazem parte hoje da construção do imaginário do estudantes; são nas redes sociais que eles passam grande parte do seu tempo. Por outro lado a comunicação e a expressão são habilidades necessárias para sobreviver num mundo em que o ato de “comunicar” ou “expressar-se” é quase sinônimo de “ser percebido”.

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Atento a essas questões contemporâneas, a cadeira de Língua Portuguesa do Bandeirantes passou a incorporar no currículo das primeiras séries as Oficinas de Mídia.

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Fruto da expansão do curso extracurricular Idade Mídia (que há 13 anos faze parte do Colégio), o espaço foi criado para alunos compreenderem melhor o funcionamento dos veículos de comunicação, as características da sociedade do conhecimento e sobretudo criarem produtos autênticos em que possam se expressar. Sempre em sintonia com o programa de Língua Portuguesa.

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A cada bimestre, um trabalho em grupo dá origem a um produto que tem como objetivo “ser publicado”, ou seja, obter relevância na sociedade. No primeiro bimestre, dezenas de podcasts de áudio (como programas de rádio) foram produzidos com autonomia pelos estudantes; inspirados em obras literárias, que tratam de temas como o medo da morte, o preconceito e o multiculturalismo.

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Uma comissão selecionou seis deles para ganharem vida não só no site do Band, mas no portal Catraca Livre, o maior site de cultura do Brasil.

Ouça as interessantes criações dos alunos abaixo:

1 – Papo Filosófico – 1A2

Julia
Gabriel
Mariana
Matheus
Nicole L.
Vinicius C.

2 – Caso de Morte – 1C2

Beatriz
Bruna
Camila
Frederico
Juliana
Rafael
Sophia

3 – Polemizando – 1C1

Luciano
Miguel
Thais
Livia
Isabella

4 – Bate Papo com a Sociedade – 1A1

Lucca
Lucas
Carolina
Fernando
Laís

5 – Atacando a Literatura  – 1B2

Reynaldo
Anna
Camila
Matheus
João Pedro
Arthur

6 – BandCast – Saudade – 1B3

Vinicius
Juliana
Daniel
Luisa
Maísa

Alunas criam ação de conscientização sobre refugiados no Brasil

Com o intuito de conscientizar os estudantes sobre a questão dos refugiados, Giulia Smith e Isabela Cosin, da 2.a série, criaram o Band&Refugiados. O objetivo da ação é promover eventos durante o ano que possam tanto informar os alunos sobre a situação de refugiados no Brasil, quanto trazê-los para momentos de lazer e troca de cultura.

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As meninas contam que a ideia para o projeto veio a partir da angústia que sentiram ao ver fotos de barcos cheios de pessoas chegando na Europa, no final do ano passado. Motivadas a ajudar refugiados de alguma forma, elas foram visitar a ONG Cáritas, que recebe quem está vindo para o Brasil. “Foi muito tocante porque eu nunca me imaginaria numa situação como aquela. É impossível saber disso e continuar indiferente”, comentou Isabela.

Com o apoio da professora de Geografia, Regina Mara, elas se propuseram a trazer atividades de conscientização sobre esses migrantes para dentro do Colégio. “ Elas planejaram tudo e quando nós sentamos para conversar, nós percebemos que não era um projeto, mas sim uma ação. Se a ideia é abordar a questão dos refugiados sob diferentes aspectos, porque não levá-la aos projetos já existentes no Band?”, contou a professora.

Para o primeiro evento da ação, as alunas convidaram a psicanalista Ana Gebrim e a advogada Heloísa Miúra para uma palestra informativa. A apresentação contou com explicações sobre a história dos refugiados que chegam em solo brasileiro e também sobre o processo jurídico para regularizar a situação deles a partir do momento em que estão no Brasil.

Já para as próximas atividades previstas para o projeto estão parcerias com a equipe de Educação Física, para promover jogos entre alunos e refugiados, e com a Feira de Ciências, para propor trabalhos sociais que possam ser feitos com refugiados também. “Muitas pessoas estão vindo falar com a gente para falar de contatos e contar histórias, e isso é ótimo. O máximo que a gente conseguir reunir de pessoas para trazer e dividir a cultura deles, melhor”, finalizou Giulia.

Homenagem às mães

Em comemoração ao Dia das Mães, o Grêmio XXV de Agosto e o projeto BandVoluntário, coordenado pelas professoras Sandra Braid e Patrícia Goloni, fizeram uma ação de socialização para as mães da ONG Vidas e funcionárias do Colégio.

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Todas foram convidadas a passar a manhã do sábado (7) no Band junto com os filhos, realizando atividades pensadas especialmente para a ocasião.

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Intitulado de “Eu Me Amo, Mãe”, o evento contou com estação de automaquiagem, cabine de fotos, dinâmica de compartilhamento de histórias pessoais e ainda uma gincana com direito a brindes arrecadados pelo Grêmio, com ajuda dos estudantes.

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Além disso, para os filhos de funcionárias do Band foram realizadas atividades junto com as crianças que fazem parte da ONG Vidas, garantindo diversão para todos os presentes.

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“Foi importante para ter um espaço de interação com as funcionárias fora do horário tradicional de aula e se conectar com as mães da ONG da Patrícia”, declarou Bárbara Marques, representante do Grêmio. “Os alunos que se voluntariaram também vieram falar comigo que foi muito bom para eles, que fez o dia deles melhor, então foi muito positivo”, completou.

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“A participação dos alunos, que nos doaram inúmeros produtos de beleza, foi emocionante”, afirmou Patrícia. “Tomara que este seja o primeiro evento de muitos. Pretendemos fazer outras ações de socialização com nossos funcionários, mães da ONG, alunos e pais”, finalizou.

Confira a galeria de imagens clicando aqui.

Aluna aproveita bolsa de estudos na Califórnia

Isabelle Christina, do 9.o ano, realizou um intercâmbio para a Universidade de Soka, na Califórnia. A aluna faz parte da Fundação Ismart (que seleciona alunos de baixa renda e alto desempenho para estudar em escolas de ponta, como o Band) e ganhou uma bolsa por meio da escola pública em que estuda.

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A estudante passou cinco dias na universidade, juntamente com outros nove brasileiros e vinte estudantes do Japão selecionados para integrar o programa. Lá, eles tiveram a oportunidade de vivenciar o campus, interagir com os alunos de Soka e ter aulas de inglês.

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“O que eu mais gostei foi a aproximação do reitor com os alunos, ele sempre sentava para conversar com a gente e saber como a gente estava. O acolhimento dos estudantes da própria universidade também me marcou muito”, declarou Isabelle. “A convivência foi o ponto mais forte. Imagine um lugar onde pessoas do mundo todo estão reunidas, é muito incrível”, completou.

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Além disso, durante a viagem, a estudante pode reservar um tempo para diversão e visitar pontos turísticos de Los Angeles. A convite da faculdade, os intercambistas passaram um dia no parque da Disney. Já no dia da despedida, eles ainda puderam passear por Hollywood, Beverly Hills e conhecer o campus da UCLA (University of Los Angeles).

Sobre a importância de ter realizado o intercâmbio, Isabelle ressalta a possibilidade de enxergar a chance de estudar fora como mais próxima. “A experiência abriu muito a minha cabeça, eu percebi que às vezes algo que parece muito longe está mais perto do que imaginamos. Eu sempre quis estudar fora e agora é batalhar para isso”, finalizou a aluna.

Liga BBB abre inscrições para 2.a edição

liga BBBInscrições para o projeto Liga BBB, curso de empreendedorismo em parceria com o Insper,  já estão abertas para os alunos do Ensino Médio e devem ser feitas clicando aqui até segunda feira (18). O processo seletivo acontecerá no Insper na terça feira (19).

A iniciativa foi criada pelos alunos formados em 2014, Victor Mesnik e Rodrigo Xavier, com o objetivo de incentivar os estudantes a colocar ideias em prática. Os alunos selecionados participarão de 3 encontros no Band e uma cerimônia de encerramento e apresentação de trabalhos no Insper.

Para mais informações, acesse o aviso fixo sobre o Liga BBB no Moodle.

Aluno representa Brasil em campeonato internacional de Hipismo

Felipe Martinez Menezes, da 1.a série, foi representar o Brasil no Campeonato Internacional Clássico da FEI (Federação Equestre Internacional), na categoria entre 12 e 14 anos. A competição aconteceu na Bélgica.

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Todo ano, são selecionados para o evento 16 jovens do mundo inteiro e 16 jovens do país sede. A convocação se dá por meio de análise de resultados e do vídeo do percurso, que é o mesmo para todos. “Nesse campeonato, o que mais vale é a experiência”, afirmou o estudante. “ Você conhece muitas pessoas e tem vivências que nunca teria fora do esporte”, completou.

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Cavaleiro desde os 6 anos de idade, Felipe conta que deseja seguir o hipismo como profissão. “ Como em todos os esportes, para tentar ser profissional você tem que se encaixar em uma categoria oficial. Hoje eu estou dentro da pré-junior, ou seja, se eu continuar nesse ritmo eu consigo chegar na categoria que vai para as Olimpíadas e outros campeonatos importantes”, declarou.

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O aluno também destacou a importância do hipismo para desenvolver habilidades significativas para a vida. “ Todo mundo fala que é um esporte ingrato. Eu aprendi muito a lidar com derrota. E acho também que exige muito respeito com o animal e consciência de que nem tudo depende só de você”, finalizou.

Rosas, ícones e batom vermelho marcam Dia das Mulheres

O Dia Internacional da Mulher é, historicamente, uma data para relembrar e estimular a luta das mulheres em relação à igualdade de direitos nos estudos, no trabalho, na vida política e na sociedade em geral. Este ano, no Bandeirantes, o 8 de março foi memorado com cartazes de mulheres inspiradoras, mural de post its sobre “ser mulher” e venda de rosas.

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Logo cedo, o Grêmio XXV de Agosto se encarregou de fazer uma homenagem às mulheres por todo o Colégio, espalhando pôsteres de personagens femininas importantes da história. Além disso, eles colocaram um mural de vidro em que as meninas poderiam colar post its com frases sobre o que é ser mulher.

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No intervalo da manhã, alunas de todo o Ensino Médio também se reuniram em frente ao Colégio para passar batom vermelho e cantar hinos feministas. As estudantes ressaltaram a importância do sentimento de acolhimento entre elas.

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“Fiquei muito orgulhosa de ver todas juntas e lutando pelos mesmos ideais. Eu conheci muitas meninas, e com essas novas amizades eu me senti muito forte”, destacou Beatriz Fogarin, da 2.a série.

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Ainda durante o dia todo, as mais de 100 funcionárias do Colégio foram surpreendidas com rosas compradas por alunas para homenageá-las. As vendas ficaram por parte do Grêmio, que disponibilizou cerca de 2.000 flores nos intervalos da manhã e da tarde para estudantes que desejassem presentear mulheres pela ocasião.

Alunos criam curso para discutir política, economia e cultura

Com o intuito de aprofundar o conhecimento em temas de economia, cultura e política, os alunos Ana Carolina Haddad, Ana Clara Parga Nina, Aline Saruhashi, David Silva Wasserman, Diego Zancaneli e Victor Daoud, da 2.a série, criaram o Ágora. A proposta do curso é que os estudantes do Ensino Médio entrem em contato com questões do cotidiano como cálculo de impostos e funções de cada cargo político.

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“O curso serve para a gente formar opinião sobre diversos assuntos e poder ter pensamento crítico diante do mundo”, ressaltou Victor. “A gente vai tirar o título de eleitor em breve, então essas questões são importantes para a gente saber votar consciente também”, completou David.

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O projeto funciona dividido em módulos, com aulas quinzenais. “Desse modo, o aluno pode se inscrever no módulo que interessa para ele e não precisa fazer o curso inteiro”, comentou Diego. O primeiro módulo, de economia, se iniciou na semana passada (fim de fevereiro) e contou com a presença de um analista do Banco Central para falar sobre educação financeira. Os próximos módulos serão de cultura e política, respectivamente.

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A metodologia adotada por eles foi o Problem Based Learning (PBL), ou seja, cada encontro é dividido em duas partes: na primeira, um convidado apresenta um determinado assunto e propõe um problema e na segunda, os estudantes, reunidos em grupos de cinco, têm que trabalhar em uma solução para ele. Quem os auxilia nesse processo são alunos também que se candidataram a monitores do projeto.

Para viabilizar o curso eles contaram com a ajuda do coordenador de Química, Ricardo Almeida, e do professor Franco Ramunno. “ Eles nos ajudaram com todas as conexões com palestrantes e nos colocaram em contato com a nossa maior colaboradora Mayra Lora, professora da GV”, relatou Daoud. “ Inicialmente, a nossa ideia era totalmente diferente em relação a como seriam as aulas e o Almeida apresentou para a gente o método PBL e a gente gostou bastante e decidiu adotar”, completou Diego.

Segundo os organizadores, o retorno do projeto já se mostrou positivo: foram 70 inscritos para as 25 vagas disponíveis. A expectativa é que ao decorrer do projeto o impacto seja ainda maior e o curso possa ser expandido para outros colégios no futuro.

Alunos participam do MIT e Insper Teaching Lab

Durante as férias de janeiro, os alunos Daniel Deutsch, Luiz Eduardo Filho, Maurício Leiman e Tommy Miura, da 3.a série, participaram do MIT e Insper Teaching Lab. O projeto teve como foco a realização de workshops sobre temas como Engenharia e Design para alunos do Ensino Médio de diferentes escolas de São Paulo.

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Esta foi a primeira edição do programa Global Teaching Lab, criado pelo departamento de International Science and Technology Iniciativas (MISTI) do MIT, responsável por conectar estudantes e faculdades do mundo todo. O grande objetivo do projeto é promover interação entre diferentes pessoas, gerar a troca de conhecimento e formar laços. Para isso, alunas do MIT vieram até o Brasil para treinar os estudantes do Insper a serem mentores durante as oficinas e acompanhar o evento como um todo.

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Foram dois dias de imersão para chegar no protótipo de um carrinho como resultado. O primeiro workshop foi focado em marcenaria e construção da estrutura do carrinho. Já no segundo, os estudantes aprenderam sobre programação para implantar luzes e simular uma seta ou farol, por exemplo. Ao final, os alunos realizaram uma pequena corrida com os protótipos para vê-los funcionando na prática.

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Para os alunos, o evento foi uma oportunidade para adquirir habilidades diversas, desde trabalhar em grupo até lidar com tentativas de fracasso. “ Foi realmente bom para entender como se faz um projeto e aprender com os erros”, contou Tommy. “A ideia de construir algo do zero que você nunca viu na vida, a partir de materiais do cotidiano foi muito interessante. Eu gostei muito”, completou Daniel. “Eu acho que uma atividade assim, que foge do padrão que a gente está acostumado na escola, é sempre positiva para a formação do aluno”, finalizou Luiz Eduardo.

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Segundo Carolina Costa, formada pelo Band em 1991 e atual Diretora Acadêmica de Graduação do Insper, o programa foi bem-sucedido e a ideia é expandir o projeto no futuro para os cursos de economia e administração.

Para saber mais sobre a oficina, confira a reportagem sobre o evento no site do Insper aqui.