Aluno representa Brasil em campeonato internacional de Hipismo

Felipe Martinez Menezes, da 1.a série, foi representar o Brasil no Campeonato Internacional Clássico da FEI (Federação Equestre Internacional), na categoria entre 12 e 14 anos. A competição aconteceu na Bélgica.

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Todo ano, são selecionados para o evento 16 jovens do mundo inteiro e 16 jovens do país sede. A convocação se dá por meio de análise de resultados e do vídeo do percurso, que é o mesmo para todos. “Nesse campeonato, o que mais vale é a experiência”, afirmou o estudante. “ Você conhece muitas pessoas e tem vivências que nunca teria fora do esporte”, completou.

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Cavaleiro desde os 6 anos de idade, Felipe conta que deseja seguir o hipismo como profissão. “ Como em todos os esportes, para tentar ser profissional você tem que se encaixar em uma categoria oficial. Hoje eu estou dentro da pré-junior, ou seja, se eu continuar nesse ritmo eu consigo chegar na categoria que vai para as Olimpíadas e outros campeonatos importantes”, declarou.

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O aluno também destacou a importância do hipismo para desenvolver habilidades significativas para a vida. “ Todo mundo fala que é um esporte ingrato. Eu aprendi muito a lidar com derrota. E acho também que exige muito respeito com o animal e consciência de que nem tudo depende só de você”, finalizou.

Alunas se destacam no hipismo

As irmãs Sophia e Nicole Carbone, da 1.a e 3.a série, respectivamente, além dos estudos, se dedicam ao hipismo. As meninas competem desde 2011 e já conquistaram posições de destaque em diferentes campeonatos.

Sophia

Sophia

Ambas treinam na hípica da família, a Carbone Equestrian Centre, e estão na mesma categoria (1.20 m). Elas chegam a praticar 4 vezes por semana, de 2 a 4 horas por dia. De acordo com Sophia, é necessário ter uma boa organização para conciliar o Colégio com o esporte. “ Este ano está mais complicado, mas eu sempre dou um jeito”, contou Nicole.

Nicole

Nicole

Para elas, o exercício também pode auxiliar em sala de aula. “O hipismo me deixou bem mais concentrada que antes, nesse sentido me ajudou muito”, declarou a irmã mais nova. Já a mais velha diz que a participação em campeonatos foi importante para aprender a lidar melhor com situações de pressão.

Por fim, as atletas se dizem apaixonadas pela atividade e pretendem não deixar de praticá-la no futuro. “ É um momento em que sou só eu e o cavalo, isso relaxa. Eu tenho uma sensação muito grande de liberdade”, completou Nicole.